segunda-feira, 3 de maio de 2010

24/7

Das coisas que eu aprendi com a maternidade, sem dúvida a mais complicada mas também a mais legal foi SER MÃE (por mais óbvio que isso possa soar).
Acontece que hoje eu entendo com muito mais clareza que ser MÃE é uma coisa que traz consigo tantas implicações (naturalmente eu ainda não aprendi todas) que eu já mudei radicalmente na minha cabeça uma premissa em que eu acreditava: ter filhos era pra mim, um acontecimento fisiológico como para qualquer outro animal. Nasce, cresce, se reproduz e morre. Hoje mais do que nunca, eu vejo isso muito bem. Não é todo mundo que tem que ter filhos, ou ainda: ter filhos não é pra qualquer um.
Procriar sim, pode ser pra qualquer um. Basta preencher alguns requisitos biológicos básicos e tá feito. Hoje em dia então, nem Darwin segura mais.
 Agora CRIAR, é oooooutra história. Falo isso porque vejo muito, todos os dias, em todos os lugares como a opção por terceirizar a criação dos filhos é tão amplamente difundida e socialmente aceita. 
Gente, E.T. sou eu! 
Sou eu, que OPTEI por ter a minha filha sempre muito perto de mim, o dia todo, todos os dias... Sou eu que cuido dela o dia todo (claro que com a ajuda do marido, da minha mãe, minha irmã, meu pai, dos funcionários da firma...);
-que decidi que vou oferecer o peito à ela sempre e tanto quanto ela desejar e precisar, até quando ela quiser;
-que levo pra minha cama no meio da noite se ela acorda assustada;
-que carrego minha filha comigo pra todo canto, seja trabalho, passeio, festa, buteco, show.... e percebo a admiração de uns e a reprovação de tantos só porque eu entendo que salvo raras situações, o melhor lugar pra minha filha é ao meu lado.
Eu entendi, escolhi e aceitei que pra mim e pra ela, o melhor que existe é ser MÃE 24 horas por dia, 7 dias por semana. Porque pra mim essa história de "eu passo muito pouco tempo com meus filhos, mas é um tempo de qualidade" é uma enorme e deslavada balela. Porque olha, eu passo 24 horas por dia com a minha filha, invariavelmente todos os dias da minha vida. E eu posso dizer: 24 horas de PRIMEIRA QUALIDADE, quisera eu fossem 40!


12 pessoas nos visitaram e deixaram um recado:

Denise disse...

Gente, eu falo isso porque minha filha tem 10 meses e ainda não vai à escola...
Por terceirizar a criação dos filhos, me refiro àquelas crianças literalmente criadas pelas babás porque os pais não abrem mão desse "conforto". Tem um monte assim na nossa família.

Carol Flor disse...

Denise, lindão, assino em embaixo!!!

debcaroli disse...

Nossa! Penso igualzinho...
A minha filha está pra nascer a qualquer momento - até o final de maio/2010 - e desde sempre eu já sei que não vou conseguir sair de perto dela para deixar com ninguém. Assino seu texto como se também fosse meu.

Letícia M. disse...

Concordo com você, mas com algumas ressalvas. Não sei se a firma onde você trabalha tem creche ou se seu chefe é muito legal, mas não é todo local de trabalho que permite que as mães levem os filhos consigo. Penso que muitas mães, se tivessem essa opção, fariam isso. A dona da empresa onde trabalho leva o filhinho com ela de 2 a 3 vezes por semanas, defendendo que não vai abrir mão da convivência com o filho só porque tem que trabalhar. Vendo isso, uma colega minha tomou coragem e perguntou à chefe se poderia levar a filha ao trabalho uma vez por semana, no período da manhã. Nem preciso dizer qual foi a resposta, né? Eu, que até então considerava minha chefe uma pessoa bem coerente, percebi que o discurso só se aplicava a ela. Quando ela teve a chance de possibilitar que outra mulher fosse uma mãe melhor, preferiu se esquivar da responsabilidade e continuar acreditando que só ela é boa mãe. Percebi que tudo não passava de uma questão de auto-afirmação, e não de ideal.

Porém, existe ainda outro detalhe a ser considerado: se você não pudesse levar sua filha para o trabalho, teria desistido de ser mãe? É fácil julgar os outros quando a situação está a nosso favor. Mas e se não fosse assim? É justo cobrar dos outros o que nós mesmos não faríamos (abrir mão de ser mãe, no caso)?

Mais tarde voltarei para ler o resto do blog. Agora só tive tempo de ler a primeira página!

Denise e Zé Guilherme disse...

Oi Letícia,

Antes de mais nada acho legal que as pessoas leiam e confrontem o que eu digo porque eu não tô aqui impondo verdades, apenas contando a MINHA verdade.
Mas então, existem sim muitos fatores favoráveis a mim. A empresa onde eu trabalho é da minha família, por este motivo eu tenho essa oportunidade.
Honestamente vejo as coisas assim: quando sua chefe optou por levar a filha ao trabalho, ela claramente assumiu com isso que o trabalho dela renderia menos - porque quando a gente trabalha e olha filho ao mesmo tempo isso fatalmente acontece. Ela abriu mão de trabalhar "um tanto" e consequentente ganhar menos "um tanto".
Quando existe uma perspectiva de os funcionários adotarem a mesma prática quer dizer que as pessoas que ela paga pra fazer tal serviço, também renderão menos, concorda? Não acho ela uma fascínora por negar isso não. Mas acharia ela muuuuiito altruísta e caridosa se ela permitisse. Infelizmente na iniciativa privada essa é uma atitude dificil de arcar. Honestamente não acho que foi falta de coerência não...
Mas enfim, quanto à questão "se eu não pudesse levar minha filha ao trabalho eu desistiria de ser mãe?" a resposta é: provavelmente eu desistiria de trabalhar. Ou procuraria uma forma de trabalhar em casa, ou qualquer coisa!
Lembrando: não escrevo nada aqui pra julgar as pessoas que ajam ou pensem de forma diferente de mim... nem tenho esse poder...
O que eu escrevo aqui é a minha humilde opinião. Repito que eu não sou nem pretendo ser A dona da verdade, mas sou sim e pretendo continuar sendo a dona da MINHA verdade, entende?
São coisas diferentes...
tenho visto que algumas pessoas que vem aqui comungam dos meus pensamentos, outras me consideram radical e tal... Mas eu penso assim: adoro que venham aqui e me visitem e me leiam, mas se porventura alguém se sentir desagradado com o que vê aqui, então é o seguinte: a internet é um dos espaços mais democráticos que existem hoje, tem todo tipo de idéia, apologia, crítica... e é uma coisa quase que infinita! Assim sendo, eu não acho que deva me retratar a ninguém, ou mudar minhas opiniões, ou ainda omiti-las.
Fica combinado então: este espaço é meu, está aberto a todos que queiram visitá-lo e interagir com ele. Se alguém não gosta, ou fica chateado com o que eu coloco aqui, é só não vir, certo?
Mas eu realmente prefiro imensamente que as pessoas entendam que eu não estou apontando, julgando, nem ditando nada. Que entendam e respeitem a diversidade das minhas opiniões e voltem sempre pra palpitar também, ok?
beijos a todos!
Denise

Letícia M. disse...

Em momento algum cobrei retratação ou disse que você não deveria expor sua opinião. Nunca tentei cercear esse direito seu, até porque eu mesma expus a minha opinião, e seria incoerente querer limitar a sua, ainda que de forma indireta.

Mas voltando ao assunto, eu mesma deixarei de trabalhar em período integral depois do nascimento do meu filho. Porém, sei que essa não é uma opção que todos têm. E, apesar de ter tomado essa decisão e considerá-la a mais adequada, sei que não abriria mão de ser mãe mesmo se não pudesse parar de trabalhar. Acho que a partir do momento que sei que não abriria mão, não posso recriminar quem teve filho e precisou continuar trabalhando. Acho que a situação é um pouco diferente quando um casal (porque não acho que a criação e a presença sejam responsabilidade só da mulher) não quer abrir mão de trabalhar o dia todo, mas também não quer abrir mão de ter filhos. Aí penso que seja necessário escolher. Porém, com a possibilidade de "terceirizar a criação", as pessoas não acham mais que precisam escolher uma coisa ou outra. Parece que o sonho de ter filhos está focado só no ter mesmo, no sentido de possuir. Acho estranho.

Eu percebo uma falta de coerência no caso da dona da empresa onde trabalho. Se ela simplesmente levasse o filho e nunca dissesse nada, minha colega jamais teria pedido para levar a filha uma vez por semana. Mas existia todo um discurso idealista. Então, penso o seguinte: se a situação era diferente para dona da empresa e a funcionária, por que colocar tudo no mesmo saco? As críticas que a dona da empresa fazia às mães não se dirigiam apenas a mulheres na mesma situação que ela (donas do próprio negócio), mas a todas as mulheres. Claro que nunca houve uma crítica dirigida especificamente a ninguém, mas sempre houve um discurso no sentido de que as perdas em relação ao trabalho eram muito menores do que os ganhos para a criança e até para a humanidade, em função de uma educação melhor. É incoerente. Faltou sutileza, para enxergar que cada situação é diferente.

Por fim, não tive a intenção de restringir o seu espaço ou o conteúdo aqui publicado. A minha intenção foi apenas expressar a minha opinião, colocar um outro ponto de vista, só para que você pensasse a respeito. Sei que algumas pessoas são menos propensas a mudanças e encaram qualquer discordância como uma tentativa de invasão, mas não acho isso produtivo, porque nos impede de crescer. Achei inclusive desnecessário você dizer que, se alguém não gostar do que você escreve, não deve voltar aqui. Achei que eu tivesse deixado claro que havia gostado, quando mencionei que voltaria depois. A única coisa que me desagradou foi saber que comentários discordantes não são bem-vindos. Ainda que você tenha dito que acha legal que confrontem o que você escreve, ficou claro mais pra frente que isso não é verdade. Interpretei a presença do espaço para comentários como a possibilidade de me manifestar. E só me manifestei porque achei que valia a pena. Quando leio coisas que considero ignorantes, nem me manifesto, porque sei que não vou ser compreendida e é perda de tempo. Gostaria de pensar que este não foi o caso.

Letícia M. disse...

Em momento algum cobrei retratação ou disse que você não deveria expor sua opinião. Nunca tentei cercear esse direito seu, até porque eu mesma expus a minha opinião, e seria incoerente querer limitar a sua, ainda que de forma indireta.

Mas voltando ao assunto, eu mesma deixarei de trabalhar em período integral depois do nascimento do meu filho. Porém, sei que essa não é uma opção que todos têm. E, apesar de ter tomado essa decisão e considerá-la a mais adequada, sei que não abriria mão de ser mãe mesmo se não pudesse parar de trabalhar. Acho que a partir do momento que sei que não abriria mão, não posso recriminar quem teve filho e precisou continuar trabalhando. Acho que a situação é um pouco diferente quando um casal (porque não acho que a criação e a presença sejam responsabilidade só da mulher) não quer abrir mão de trabalhar o dia todo, mas também não quer abrir mão de ter filhos. Aí penso que seja necessário escolher. Porém, com a possibilidade de "terceirizar a criação", as pessoas não acham mais que precisam escolher uma coisa ou outra. Parece que o sonho de ter filhos está focado só no ter mesmo, no sentido de possuir. Acho estranho.

Eu percebo uma falta de coerência no caso da dona da empresa onde trabalho. Se ela simplesmente levasse o filho e nunca dissesse nada, minha colega jamais teria pedido para levar a filha uma vez por semana. Mas existia todo um discurso idealista. Então, penso o seguinte: se a situação era diferente para dona da empresa e a funcionária, por que colocar tudo no mesmo saco? As críticas que a dona da empresa fazia às mães não se dirigiam apenas a mulheres na mesma situação que ela (donas do próprio negócio), mas a todas as mulheres. Claro que nunca houve uma crítica dirigida especificamente a ninguém, mas sempre houve um discurso no sentido de que as perdas em relação ao trabalho eram muito menores do que os ganhos para a criança e até para a humanidade, em função de uma educação melhor. É incoerente. Faltou sutileza, para enxergar que cada situação é diferente.

Por fim, não tive a intenção de restringir o seu espaço ou o conteúdo aqui publicado. A minha intenção foi apenas expressar a minha opinião, colocar um outro ponto de vista, só para que você pensasse a respeito. Sei que algumas pessoas são menos propensas a mudanças e encaram qualquer discordância como uma tentativa de invasão, mas não acho isso produtivo, porque nos impede de crescer. Achei inclusive desnecessário você dizer que, se alguém não gostar do que você escreve, não deve voltar aqui. Achei que eu tivesse deixado claro que havia gostado, quando mencionei que voltaria depois. A única coisa que me desagradou foi saber que comentários discordantes não são bem-vindos. Ainda que você tenha dito que acha legal que confrontem o que você escreve, ficou claro mais pra frente que isso não é verdade. Interpretei a presença do espaço para comentários como a possibilidade de me manifestar. E só me manifestei porque achei que valia a pena. Quando leio coisas que considero ignorantes, nem me manifesto, porque sei que não vou ser compreendida e é perda de tempo. Gostaria de pensar que este não foi o caso.

Letícia M. disse...

Em momento algum cobrei retratação ou disse que você não deveria expor sua opinião. Nunca tentei cercear esse direito seu, até porque eu mesma expus a minha opinião, e seria incoerente querer limitar a sua, ainda que de forma indireta.

Mas voltando ao assunto, eu mesma deixarei de trabalhar em período integral depois do nascimento do meu filho. Porém, sei que essa não é uma opção que todos têm. E, apesar de ter tomado essa decisão e considerá-la a mais adequada, sei que não abriria mão de ser mãe mesmo se não pudesse parar de trabalhar. Acho que a partir do momento que sei que não abriria mão, não posso recriminar quem teve filho e precisou continuar trabalhando. Acho que a situação é um pouco diferente quando um casal (porque não acho que a criação e a presença sejam responsabilidade só da mulher) não quer abrir mão de trabalhar o dia todo, mas também não quer abrir mão de ter filhos. Aí penso que seja necessário escolher. Porém, com a possibilidade de "terceirizar a criação", as pessoas não acham mais que precisam escolher uma coisa ou outra. Parece que o sonho de ter filhos está focado só no ter mesmo, no sentido de possuir. Acho estranho.

Eu percebo uma falta de coerência no caso da dona da empresa onde trabalho. Se ela simplesmente levasse o filho e nunca dissesse nada, minha colega jamais teria pedido para levar a filha uma vez por semana. Mas existia todo um discurso idealista. Então, penso o seguinte: se a situação era diferente para dona da empresa e a funcionária, por que colocar tudo no mesmo saco? As críticas que a dona da empresa fazia às mães não se dirigiam apenas a mulheres na mesma situação que ela (donas do próprio negócio), mas a todas as mulheres. Claro que nunca houve uma crítica dirigida especificamente a ninguém, mas sempre houve um discurso no sentido de que as perdas em relação ao trabalho eram muito menores do que os ganhos para a criança e até para a humanidade, em função de uma educação melhor. É incoerente. Faltou sutileza, para enxergar que cada situação é diferente.

Por fim, não tive a intenção de restringir o seu espaço ou o conteúdo aqui publicado. A minha intenção foi apenas expressar a minha opinião, colocar um outro ponto de vista, só para que você pensasse a respeito. Sei que algumas pessoas são menos propensas a mudanças e encaram qualquer discordância como uma tentativa de invasão, desconsiderando qualquer argumento contrário e a possibilidade de mudar de opinião. Mas não acho isso produtivo, porque nos impede de crescer. Achei inclusive desnecessário você dizer que, se alguém não gostar do que você escreve, não deve voltar aqui. Achei que eu tivesse deixado claro que havia gostado, quando mencionei que voltaria depois. A única coisa que me desagradou foi saber que comentários discordantes não são bem-vindos. Ainda que você tenha dito que acha legal que confrontem o que você escreve, ficou claro mais pra frente que isso não é verdade. Interpretei a presença do espaço para comentários como a possibilidade de me manifestar. E só me manifestei porque achei que valia a pena. Quando leio coisas que considero ignorantes, nem me manifesto, porque sei que não vou ser compreendida e é perda de tempo. Gostaria de pensar que este não foi o caso.

Letícia M. disse...

Em momento algum cobrei retratação ou disse que você não deveria expor sua opinião. Nunca tentei cercear esse direito seu, até porque eu mesma expus a minha opinião, e seria incoerente querer limitar a sua, ainda que de forma indireta.

Mas voltando ao assunto, eu mesma deixarei de trabalhar em período integral depois do nascimento do meu filho. Porém, sei que essa não é uma opção que todos têm. E, apesar de ter tomado essa decisão e considerá-la a mais adequada, sei que não abriria mão de ser mãe mesmo se não pudesse parar de trabalhar. Acho que a partir do momento que sei que não abriria mão, não posso recriminar quem teve filho e precisou continuar trabalhando. Acho que a situação é um pouco diferente quando um casal (porque não acho que a criação e a presença sejam responsabilidade só da mulher) não quer abrir mão de trabalhar o dia todo, mas também não quer abrir mão de ter filhos. Aí penso que seja necessário escolher. Porém, com a possibilidade de "terceirizar a criação", as pessoas não acham mais que precisam escolher uma coisa ou outra. Parece que o sonho de ter filhos está focado só no ter mesmo, no sentido de possuir. Acho estranho.

Eu percebo uma falta de coerência no caso da dona da empresa onde trabalho. Se ela simplesmente levasse o filho e nunca dissesse nada, minha colega jamais teria pedido para levar a filha uma vez por semana. Mas existia todo um discurso idealista. Então, penso o seguinte: se a situação era diferente para dona da empresa e a funcionária, por que colocar tudo no mesmo saco? As críticas que a dona da empresa fazia às mães não se dirigiam apenas a mulheres na mesma situação que ela (donas do próprio negócio), mas a todas as mulheres. Claro que nunca houve uma crítica dirigida especificamente a ninguém, mas sempre houve um discurso no sentido de que as perdas em relação ao trabalho eram muito menores do que os ganhos para a criança e até para a humanidade, em função de uma educação melhor. É incoerente. Faltou sutileza, para enxergar que cada situação é diferente.

Letícia M. disse...

Por fim, não tive a intenção de restringir o seu espaço ou o conteúdo aqui publicado. A minha intenção foi apenas expressar a minha opinião, colocar um outro ponto de vista, só para que você pensasse a respeito. Sei que algumas pessoas são menos propensas a mudanças e encaram qualquer discordância como uma tentativa de invasão, desconsiderando qualquer argumento contrário e a possibilidade de mudar de opinião. Mas não acho isso produtivo, porque nos impede de crescer. Achei inclusive desnecessário você dizer que, se alguém não gostar do que você escreve, não deve voltar aqui. Achei que eu tivesse deixado claro que havia gostado, quando mencionei que voltaria depois. A única coisa que me desagradou foi saber que comentários discordantes não são bem-vindos. Ainda que você tenha dito que acha legal que confrontem o que você escreve, ficou claro mais pra frente que isso não é verdade. Interpretei a presença do espaço para comentários como a possibilidade de me manifestar. E só me manifestei porque achei que valia a pena. Quando leio coisas que considero ignorantes, nem me manifesto, porque sei que não vou ser compreendida e é perda de tempo. Gostaria de pensar que este não foi o caso.

Denise e Zé Guilherme disse...

Oi Letícia,

Relaxa. Tanto não me incomodo e recebo bem que todos os comentários discordantes são aprovados pela moderação.
Não tô aqui pra ficar recebendo só elogio e aprovação ok?
Eu entendi o seu ponto mas fiz questão de esclarecer o meu, só isso.

Quero sim que volte mais vezes, comente sempre que achar pertinente e me desculpe te me fiz entender mal.
beijos,
Denise

Anônimo disse...

Il semble que vous soyez un expert dans ce domaine, vos remarques sont tres interessantes, merci.

- Daniel